O mundo virtual e sua influencia sobre os jovens
jovens passam cada vez mais tempo na rede: o instituto de pesquisas Forrester Research mostrou que crianças e jovens americanos na faixa etária de 6 a 22 anos passam em media 38% mais tempo conectados dos que os adultos. Eles estudam, ouvem musica, divertem-se com jogos eletrônicos, fazem compras, relacionam-se com amigos e tudo isso sem sair da frente do micro.
A grande preocupação dessa geração Web é a qualidade das informações acessadas e como essa vivência cibernética pode prejudicar ou ajudar o desenvolvimento desses jovens.
A Internet quando bem utilizada estimula o raciocínio e a capacidade de comunicação, ela é capaz de resgatar o diálogo e amplia os horizontes. Mas como em qualquer outra área, há coisas positivas como também negativas. Quando uma criança ou um adolescente passa grande parte do seu dia na frente do micro e deixa de exercer suas atividades isto pode ser um reflexo de problemas maiores. Que podem ser de diversos motivos como falta de diálogo na família, ausência de demonstrações de afeto e até mesmo companhia. Se o jovem está insatisfeito com sua realidade, ele pode se esconder na fantasia que a Rede permite que ele crie. Especialistas afirmam que os pais devem sempre estar atentos, mas que não adianta adotar um comportamento repressor e sim o diálogo. Por isso a supervisão dos pais é tão importante. O diálogo é muito importante nesse momento, os pais devem conversar com seus filhos, saber o que eles fazem na Rede, saber com quem conversam e o que conversam. A confiança é um fator que auxilia e muito evitar certos acontecimentos indesejáveis.
A internet está presente na vida de pessoas cada vez mais jovens, que muitas vezes estão na fase de alfabetização que para escrever procuram sinais ou letras que simbolizam o que eles querem dizer naquele momento.
Esta linguagem é defendida por muitos especialistas, pois reflete as transformações decorrentes do desenvolvimento da tecnologias que tornaram simples conversas em constantes exercícios de escrita, que mesmo sendo informal é um meio de desenvolver a linguagem de um modo geral.
A internet na vida do jovem brasileiro
Por: Saulo Maurício Silva Lobo
LAN house, cyber café, e-mails, Orkut®, MSN®, MORPG's, Skype®, Power scrap®... Nunca antes o brasileiro foi tão familiarizado a tantas palavras estrangeiras. O que possibilita isso é a informática e a Internet na era da globalização. É já fato conhecido que esta forma de intercâmbio de informações – a Internet – chegou para ficar.
E as estatísticas mostram que, apesar de estar entre os países com maior índice de desigualdade social e de ter IDH's (Índice de desenvolvimento humano – indicador que procura avaliar diversos aspectos, características e fatores da qualidade de vida de determinada população) baixíssimos em seu território, o Brasil está entre os primeiros no ranking Latino Americano de acesso e uso da Internet.
Se já não mais se pode ignorar que ela está aí e é bastante utilizada, cabe ainda nos perguntar o quanto, como e por quais brasileiros é feito esse uso. Bem como, como é a relação dos jovens, que representam a fatia maior de usuários e os quais são não apenas o futuro como também o presente de um povo, com essa “nova” forma de comunicação.
A Internet oferece uma gama de possibilidades que vai do lazer e pesquisa escolar à interligação das redes terroristas. Portanto, o usuário faz a todo instante escolhas a respeito de quais conteúdos são acessados e quais não são. Num país em que mais da metade da população já teve pelo menos alguma vez o acesso à Internet via computador, e que a maior parte dos que se conectam com freqüência gasta diariamente 1h a 5h, a relevância dessas escolhas e dos critérios que as definem não pode ser ignorada.
É isso que não vai permitir responder a questões como: a Internet é boa ou ruim em si mesma? Ou ainda: ela é neutra? O quanto? Que conseqüências ela traz para os jovens?
Escrever cartas não é uma atividade fora de moda ou menos prazerosa com o advento da Internet. Contudo, é inegável o benefício da praticidade e da velocidade com que podemos trocar e-mails. O telefone não precisa ser substituído, mas também é muito bom que se consiga matar saudades não apenas pela voz, como vendo também o ente querido, coisa que conexão à Internet e uma webcam resolvem para nós. Quando o assunto é lazer, basta constatar a proliferação das LAN Houses, cyber cafe's, blogs, flogs, sites de relacionamento entre outras coisas para perceber que também aí a rede mundial de computadores tem sua parcela gorda de contribuição.
Estatísticas revelam que, entre os brasileiros de 16 a 24 anos, são “os assuntos particulares e pessoais” que lideram o ranking dos propósitos do uso, e que a troca de e-mails é seguida pela troca de mensagens instantâneas (com os programas adequados), participação em sites de relacionamento, listas de discussões e fóruns, criação e atualização de blogs e afins e, por último, ligações telefônicas e vídeo conferências via Internet.
E as estatísticas mostram que, apesar de estar entre os países com maior índice de desigualdade social e de ter IDH's (Índice de desenvolvimento humano – indicador que procura avaliar diversos aspectos, características e fatores da qualidade de vida de determinada população) baixíssimos em seu território, o Brasil está entre os primeiros no ranking Latino Americano de acesso e uso da Internet.
Se já não mais se pode ignorar que ela está aí e é bastante utilizada, cabe ainda nos perguntar o quanto, como e por quais brasileiros é feito esse uso. Bem como, como é a relação dos jovens, que representam a fatia maior de usuários e os quais são não apenas o futuro como também o presente de um povo, com essa “nova” forma de comunicação.
A Internet oferece uma gama de possibilidades que vai do lazer e pesquisa escolar à interligação das redes terroristas. Portanto, o usuário faz a todo instante escolhas a respeito de quais conteúdos são acessados e quais não são. Num país em que mais da metade da população já teve pelo menos alguma vez o acesso à Internet via computador, e que a maior parte dos que se conectam com freqüência gasta diariamente 1h a 5h, a relevância dessas escolhas e dos critérios que as definem não pode ser ignorada.
É isso que não vai permitir responder a questões como: a Internet é boa ou ruim em si mesma? Ou ainda: ela é neutra? O quanto? Que conseqüências ela traz para os jovens?
Escrever cartas não é uma atividade fora de moda ou menos prazerosa com o advento da Internet. Contudo, é inegável o benefício da praticidade e da velocidade com que podemos trocar e-mails. O telefone não precisa ser substituído, mas também é muito bom que se consiga matar saudades não apenas pela voz, como vendo também o ente querido, coisa que conexão à Internet e uma webcam resolvem para nós. Quando o assunto é lazer, basta constatar a proliferação das LAN Houses, cyber cafe's, blogs, flogs, sites de relacionamento entre outras coisas para perceber que também aí a rede mundial de computadores tem sua parcela gorda de contribuição.
Estatísticas revelam que, entre os brasileiros de 16 a 24 anos, são “os assuntos particulares e pessoais” que lideram o ranking dos propósitos do uso, e que a troca de e-mails é seguida pela troca de mensagens instantâneas (com os programas adequados), participação em sites de relacionamento, listas de discussões e fóruns, criação e atualização de blogs e afins e, por último, ligações telefônicas e vídeo conferências via Internet.
fontes
24/08/2011 15h20min
Fonte:http://www.toptalent.com.br/index.php/2010/09/08/os-impactos-do-mundo-virtual-na-linguagem-dos-jovens/
24/08/11 15:21
http://meuartigo.brasilescola.com/atualidades/a-internet-na-vida-jovem-brasileiro.htm 24/08/11 15:21
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